sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Já ouviram falar em pesquisa?


Recadinho da assídua colaboradora e meu para o(a) editor(a) do Segundo Caderno do Globo:

o nome da personagem de "A falecida", clássico de Nelson Rodrigues, é ZULMIRA com "L", OK? (aliás, nunca ouvi o nome "Zumira").

A falta de conhecimento e de pesquisa é inaceitável, ainda mais em entrevista com a grande Fernanda Montenegro.

Se fosse erro de digitação, passava, mas a repetição confirma a desinformação,

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Risco embaixo e risco em cima


O Novíssimo Jornalismo funciona assim: no que uma besteira é dita ou escrita, ela prolifera mais que coelho, um espanto!

Foi só a assídua colaboradora ler o primeiro "Brasil SOB riscos", que nada mais está EM risco, ou CORRE risco algum: é tudo DEBAIXO de risco.

Veja na imagem um português sob riscos. Deu pra entender?

Não massacrem a língua, colegas da Época.

Diga-se, a favor da revista, que a amiga gostou da entrevista com o professor britânico David Runciman, em que achou a bobagem.

A frase acima foi construída especialmente para explicar a quem cuida do Ancelmo que "a favor" é uma expressão legal, usada para enaltecer ou salvar o nome de uma pessoa.

Não cabe em "diga-se, a favor do pastor, que ele foi um dos primeiros a adotar as fake news no Brasil". Ou O Globo já está considerando isso uma coisa positiva, a ser destacada no currículo?

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

'O Globo' não se emenda

A querida amiga mandou a bobagem do Globo cedinho, mas só agora eu li.

Colegas do coração, se o seu jornal está pobrinho e não tem dicionário, usem a internet para saber que ALGAZARRA (de origem árabe, como sói em vocábulos com o prefixo "AL") é, originalmente, "grita ou alarido dos mouros quando iniciavam um combate".

Por extensão, passou a significar, também, "vozearia, barulheira, tagarelada".

Os fios e cabos do Engenho Novo estão gritando muito, gente?

Que horror! Lei do Silêncio neles!

domingo, 21 de outubro de 2018

Por que dão tanto nó na língua?


Ontem, eu não queria saber de notícia.

Por sorte, tenho amigos queridos que não deixam barato as besteiras dos colegas.

A assídua colaboradora, por exemplo, comprovou: O Globo pode pontificar à vontade em seção intitulada "Saber viver", mas NÃO SABE ESCREVER.

O texto sobre doenças cardíacas é de doer. Tem coisas como:

"Não ache que, suas artérias coronárias (...)".

Sim, isso mesmo, com uma baita vírgula — e ela tem um monte de "irmãzinhas", todas no lugar errado.

Também fiquei intrigada com a "abordagem cirúrgica que estava associada a uma maior sobrevivência a longo prazo".

Deve ser dificílimo ser direto e dizer que a técnica do médico Tal é mais duradoura ou garante mais tempo de vida aos pacientes, não é?

Mas por que simplificar? Veja na imagem o título da Folha que um amigo me enviou. Custava inverter a ordem?

É possível fazer uma coisa inteligível, olha só:

"(...) se diz insatisfeito COM explicação da morte de jornalista saudita".

domingo, 14 de outubro de 2018

'O Globo', ladeira abaixo

Erro de digitação ou ato falho?

Não importa o que gerou essa vergonha na capa do "maior jornal do país", que fechou a semana demitindo uma penca de colunistas.

Se a "medida de economia" servisse para contratar alguns revisores, a gente até ficava um pouquinho menos triste.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Em que pensava o editor?

O Globo e seu suplemento para deslumbradas são um espanto.

Vejam o que a assídua colaboradora me enviou, com o comentário:

"Pobre princesa sem nome..."

Eu li e achei que a moça tinha dois, ambos masculinos.

O que vocês acham?

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Assim quem derrete sou eu

A gripe exige repouso, mas as besteiras não cessam.

Esta eu recebi do colega bilíngue: sabe tanto de Inglês quanto de Português.

Não bastasse os jornalistas do Globo online tascarem uma vírgula separando o sujeito (X votos) do verbo (não permitiriam que "ele", a candidata), eis o título que deram à matéria:

"Derretimento de Marina põe em risco o futuro da Rede".

Pessoal, a gente sabe que a ex-senadora sempre foi ligada a causas ambientais.

Nem por isso ela merece ser comparada às calotas polares, cujo derretimento põe em risco o futuro do planeta, concordam?

Esse trocadilho foi forte, viu?