Está no G1 e vale por 12. Pois é.
Doze ataques, de bicho peçonhento, parentes e outros tantos que picaram um estudante em Brasília.
Ou não é isso que diz o "lindo" título?
Um pouco das besteiras lidas e ouvidas aqui e acolá.
E um pouco das coisas boas também, que ninguém é de ferro.
(infelizmente, estas estão cada vez mais raras...)
Está no G1 e vale por 12. Pois é.
Doze ataques, de bicho peçonhento, parentes e outros tantos que picaram um estudante em Brasília.
Ou não é isso que diz o "lindo" título?
O atento amigo "registrou o flagrante" na sua TV e quer saber.
Eu também fiquei curiosa.
Na pandemia, deve ser legal pedir o serviço:
"Por favor, vocês entregam festa pra uma pessoa? Não? Só com mais de um participante? Qual é o número mínimo?"
Vejam a "criatividade" da equipe do SBT, flagrada pelo atento amigo na tela da TV.
"Foragidos após fuga", crianças?
FORAGIDO e FUGITIVO são a mesma coisa, não sabiam?
Vocês queriam dizer que a polícia ainda não pegou os caras? Que os detentos continuam foragidos? Digam. É fácil e não dói. Eu garanto.
Outro mistério sensacional foi encontrado pela assídua colaboradora na Folha de segunda (ou foi na terça?).
De que idioma nasceu o jargão arquitetônico-ecológico "vegetado"?
Os autores da obra chamam isso de túnel? Não seria um viaduto?
E onde foram parar a vírgula depois de "fluminense" e o artigo antes de "travessia"?
Essa tubulação feia, boba, chata e má virou manchete porque feriu "um rapaz de 45 anos". Pois é, esta segunda informação está na matéria e indignou a colega:
"Rapaz?!? Aos 45?!?"
Nem sei o que responder, porque estou preocupada com outro mistério: o dos homens e mulheres que desaparecem e não têm "mitos sobre", porque só os que somem têm.
Melhor nem comentar a pessoa que morreu e piorou, não é mesmo?
A ordem dos fatores é tudo na escrita, crianças. Não aprenderam a lição no Jardim Pequeno Jornalista?