domingo, 8 de fevereiro de 2015

Atenção ao saudar alguém

Flagrante de um amigo, na tela da Band, que exibe as letras dos sambas enquanto mostra trechos de desfiles.

Terá sido um ato falho? Alguém na emissora está com muita dívida pra SALDAR?

Bom domingo e saudações pra todos.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Que trem é esse?

Tive que rir com a observação do atento amigo, que leu ontem, no Globo, em matéria que falava do choque de um trem com uma picape nos Estados Unidos.

Diz o texto:

"(...) o impacto foi tão forte que o terceiro trilho desprendeu-se e perfurou o solo do trem".

Diz meu amigo:

"SOLO do trem? Acho que queriam dizer piso, né? Mas se o SOLO for bom, é melhor plantar alguma coisa lá."

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Oferta malfeita

A assídua colaboradora recebeu oferta do programa de milhas Smiles com um tal de "transfere elas" pra cá, "recebe elas" pra lá que é um horror.

Vou logo avisando: não adianta "mandar elas" pra minha casa, porque eu acredito que o nosso idioma não merece viajar troncho desse jeito pela internet.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Ver e vir hoje, vir e vier amanhã


Um amigo flagrou deslize na coluna do Ancelmo e, gentilmente, mandou pra mim.

Está aí, o horroroso "VIR".

Pessoal, a frase pede o verbo "vir" no futuro.

Ou seja: "(...) quando VIER à tona (...)", se alguém VIR — do verbo "ver" — alguma coisa e contar pros outros, tá?

Tem gato na turba

A Suderj informa: isto é uma turba
O atento amigo embatucou com a abertura da matéria "Homens ao mar", da revista dominical do Globo.

Diz lá:

"Domingo de sol no Posto 8, em Ipanema. a TURBA DE GENTE que vem (...)".

Dou razão a ele.

Por extensão, o verbete até já admite, lá no pé, que TURBA pode ser "multidão de animais, especialmente em desordem ou aparente desordem".

Mas ninguém pensa em cabras, cobras, lagartos e outros bichos quando usa a palavra, né?

Então, poupe-nos da tautologia!

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Quem agradece?



Não entendi o masculino neste anúncio do Globo.

É o jornal que está agradecendo? 

Não é a mulher?!?

Longo nariz a curto prazo

Vale a pena ler a coluna do Elio Gaspari (como sempre).

Só não sei se ela está completa neste link (clique pra ler), ou se aqui só foi postado o texto principal.

Mas é nele que se encontra um vício maldito da fala da presidente, que se espalhou por aí e que eu queria saber de onde veio: o tal do "NO" longo prazo, "NO" médio, "NO" curto...

O que há de errado com a tradicional — e muito mais sonora — forma "A" curto, "A", médio e "A" longo prazo?