sábado, 11 de dezembro de 2021

Os 'comércios de fim de ano'


 O atento amigo já perdeu a esperança de ler e ouvir a palavra "LOJAS" na Record. A rede empacou nos "comércios" e ele acha que não tem mais volta, uma lástima.

Entre as gargalhadas que dei ao ver a foto da tela da TV que ele mandou, fiquei imaginando um monte de bobagem.

Vi o grupo de mulheres furtando clientes durante sessões de comércio carnal; imaginei furtos no comércio varejista, no comércio atacadista, no comércio exterior...

E se elas são hackers, invadiram o comércio eletrônico e aproveitaram pra roubar os dados do ConecteSUS? 

Vai pregar mal assim lá em...


Alô, "invencionistas" do Globo. 

Não é porque a notícia trata de um mitômano que vocês precisam escrever coisas que não existem e estropiar regências.

De onde saiu essa "pregação por"?

Façam A PREGAÇÃO DA vacina AO povo brasileiro, por favor.

Iniciem uma PREGAÇÃO SOBRE os benefícios da Ciência.

E não escrevam como alguns bestalhões que arrotam sandices por aí.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Outra espécie animal


 O leitor paraibano que vive na capital federal quer saber o que os colegas do Correio Braziliense estão chamando de pitbull nessa manchete.

Se for a raça de cães, é meio estranho a dupla ser tratada como uma espécie animal diferente de sua vítima.

Já se for a gíria para fortão marrento, a coisa muda de figura. 

De qualquer forma, a frase está mal escrita.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

Dúvidas e mais dúvidas


 Há quem considere válidos o plural e o singular em frases como essa aí da imagem, POR CAUSA do pronome relativo "que" depois da expressão "um dos".

A assídua colaboradora é UMA DAS QUE PREFEREM o verbo no plural.

Concordo com ela, mas estou mais curiosa mesmo é para saber detalhes dessa história de "mudar pelo clima". 

Eu me disponho até a mudar de país POR um clima mais ameno e friozinho. É disso que trata a gracinha do Globo?

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Mais respeito com os mortos

 Os novíssimos jornalistas já confundiam a todo momento "viúvo" e "viúva" com "ex-marido" e "ex-mulher".

Agora, como descobriu o atento amigo, temos o "ex" que "era". 

Colegas, um pouco mais de respeito.

Se o homem assassinado não era mais dirigente do Partido dos Trabalhadores em sua cidade e os colegas queriam frisar isso, podiam ter escrito, por exemplo:

"Fulano de Tal, ex-presidente do PT em Americana, foi assassinado perto de casa" — ou "próximo à sua casa" ou...

Qualquer coisa menos "ex era".

Na legenda, tem um "ex-deputado" também "falecido".

O deputado já não ocupava o cargo quando morreu? Qual é o problema? Pra que tanto "ex", gente? 

E o que é esse início do segundo parágrafo, "mais conhecido como (...), foi alvo de 12 tiros"?! Ninguém conseguiu pensar numa frase um tiquinho menos horrorosa, não? Socorro!

Posso descrever pra vocês?


Vejam essa "obra de arte" enviada pela assídua colaboradora.

O título já é "uma roubada" — ou várias, "roubadas avaliadas", para rimar.

O cara é "descrito como sendo" — mas será que é?

E teria "adquirido ela", ui!

Crianças, tudo bem falar assim em casa, com a mamãe, com os amiguinhos...

No jornal, não é de bom-tom essa história de "eu vi ela" e similares. 

Um profissional escreve "o bilionário a teria comprado (...)", por exemplo.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Vai chegar mal assim...


 Alguém pode explicar ao colega friburguense — e a mim — como uma empresa CHEGA A UM país, compra a primeira página de um jornalão para anunciar que CHEGOU AO dito país e tasca um erro grosseiro desses na chamada?

Se não sabe nem CHEGAR AO Brasil direito, com a regência correta, como pretende passar imagem de credibilidade?